Nas últimas duas décadas, o crescimento das marcas foi amplamente ditado por uma estratégia: investir mais em anúncios. Comprar mais alcance. Comprar mais impressões. Comprar mais atenção. E torcer para que o custo por aquisição não dispare antes do fechamento do próximo trimestre. Mas eis a verdade: essa era acabou. Os anúncios estão mais ruidosos. As redes sociais estão saturadas. As métricas tradicionais estão obsoletas. Os custos de aquisição de clientes estão aumentando em praticamente todos os canais. E as estratégias que funcionaram de 2010 a 2020 simplesmente não se aplicam ao comportamento das pessoas em 2025. A próxima década pertence às marcas ousadas o suficiente para priorizar as redes sociais. Não no sentido superficial de "postar mais", mas em repensar fundamentalmente como as marcas criam influência, fidelizam clientes e geram demanda. Na , chamamos essa mudança — e acreditamos que ela definirá os maiores vencedores da década de 2020. TYB de comércio comunitário É por isso que o novo Guia de Marketing com Foco em Mídias Sociais foi desenvolvido com base no crescimento impulsionado pela comunidade, na narrativa criada pelos próprios criadores e na automação, o que vai transformar o cenário do marketing. Abaixo, você encontra um resumo do que está por vir — e as estruturas que todo CMO precisa para se preparar. O Manual Antigo: Transmitir e Comprar O modelo histórico era assim: Criar elementos de marca Comprar distribuição (TV, display, programática, influenciadores) Otimize para cliques e conversões Repita Esse modelo linear de "fábrica" funcionava quando a atenção era centralizada e a mídia previsível. Mas hoje, a atenção é fragmentada, algorítmica e controlada pela comunidade. As pessoas confiam em pessoas, não em campanhas impecáveis. Elas compram de marcas que parecem humanas, conversacionais e participativas — não passivas. A maior mudança é psicológica: Os clientes não querem mais ser alvo marketing. Eles querem ser convidados . de a entrar Isso muda tudo. A ascensão do marketing com foco nas redes sociais Marcas que priorizam as redes sociais tratam a comunidade não como uma reflexão tardia, mas como a base de toda a sua estratégia. Elas: Construir para a participação, em vez do consumo passivo. Permita a cocriação com os clientes em vez de simplesmente transmitir mensagens para eles. Distribua através de redes, não apenas por meio de mídia paga. Recompense o engajamento e a defesa da causa em vez de alugar a atenção. Em outras palavras, eles tratam os clientes como um , e não como um centro de custos. canal de distribuição É daí que virá a próxima onda de crescimento. Criadores: The New Media Partners A economia dos criadores não é uma tendência passageira — é a nova cadeia de suprimentos para cultura, narrativa e distribuição. Mas o futuro das parcerias com criadores não se resume a pagar por posts patrocinados pontuais. Trata-se de construir ecossistemas criativos de longo prazo onde: Os criadores colaboram na definição da direção do produto. Comunidades remixam e amplificam conteúdo Influenciadores e microcriadores impulsionam milhares de pontos de contato autênticos. A narrativa da marca acompanha o ritmo da cultura, não os ciclos de planejamento trimestral. As marcas mais resilientes não serão aquelas com os maiores orçamentos — serão aquelas que transformarem seus criadores e clientes em uma . rede de mídia autossustentável e sempre ativa Automação: a única maneira de escalar a abordagem "social-first" em nível empresarial. A principal objeção que ouço dos diretores de marketing é: Isso parece ótimo, mas como podemos gerenciar isso em grande escala? Você não consegue gerenciar manualmente milhares de criadores, milhões de micromomentos ou infinitos sinais da comunidade. Você precisa de automação que: Detecta em tempo real qual conteúdo está gerando repercussão. Identifica automaticamente criadores de alto desempenho. Recompensa comportamentos comunitários de forma dinâmica Direciona conteúdo gerado pelo usuário para amplificação paga quando este supera o desempenho dos ativos da marca. Fornece estruturas de medição que realmente refletem como a influência social funciona hoje em dia. Na TYB, percebemos que, ao combinar automação com distribuição liderada pela comunidade, os resultados podem superar os anúncios pagos — e, ao mesmo tempo, construir uma fidelidade muito maior. Porque a verdade é simples: Os sistemas automatizados não apenas otimizam campanhas — eles desbloqueiam novas formas de criatividade, participação e impulso. Comércio comunitário: o motor por trás da próxima geração de marcas inovadoras O comércio social está se tornando a forma dominante pela qual as pessoas descobrem e compram produtos — mas está evoluindo para além de "comprar em plataformas sociais". A verdadeira chave está no comércio comunitário, onde os clientes participam ativamente em: Descobrindo produtos Criação de conteúdo Aumentando o engajamento Ampliando a marca Compartilhando avaliações Influenciando seus pares Participar em missões ou recompensas gamificadas Construindo identidade com a marca É assim que a lealdade moderna é gerada: não por meio de pontos, mas por meio do sentimento de pertencimento. Marcas como e mostraram como a viralização impulsionada pela comunidade pode superar a mídia tradicional, gerando milhões em receita — não por causa de celebridades, mas por causa da participação. Todos os dias, os clientes publicam, criam, remixam e compartilham conteúdo. Isso não é por acaso. É um sistema. Rhode SKIMS E em breve, será algo indispensável. O que as empresas precisam agora: novas estruturas para marketing em tempo real. No novo Guia de Crescimento, descreva as estruturas que os CMOs precisam para se manterem seguros, ágeis e orientados para o desempenho neste ambiente. 1. Modelos de Experimentação com Foco na Comunidade Pare de otimizar apenas para cliques. Comece a otimizar para participação, compartilhamento, criação de conteúdo e ciclos de referência. 2. Volantes do Criador Substitua campanhas pontuais por colaborações comunitárias contínuas que criem impulso ao longo do tempo. 3. Segurança e governança da marca integradas à automação de mídias sociais As empresas precisam de monitoramento em tempo real, controles de conformidade e auditorias automatizadas para manter a ativação da comunidade criativa segura. e 4. Modelos de Distribuição Distribuída Mude a estratégia de compra de mídia centralizada para um alcance impulsionado pela comunidade, onde o sinal de demanda parte dos seus usuários. 5. Ciclos de Aprendizagem em Tempo Real Abandone os ciclos de relatórios trimestrais. As marcas que vencerem serão aquelas que operarem com base em informações diárias e horárias, alimentadas diretamente por dados de redes sociais e sinais da comunidade. Este é o novo sistema operacional para o crescimento moderno. A próxima década pertence aos que priorizam o social. As marcas que definirão a década de 2030 não são aquelas com os maiores orçamentos de publicidade — são aquelas que entendem esta simples verdade: Sua comunidade é seu fosso. Seus criadores são sua rede de mídia. Sua automação é o seu motor. Sua presença nas redes sociais é a sua vitrine. Se você ainda está otimizando banners enquanto seus concorrentes estão construindo comunidades, você está jogando o jogo errado. A próxima onda de crescimento da marca não será comprada. Será construído. Um criador, um cliente e um momento comunitário de cada vez. E as empresas que tiverem a ousadia de abraçar essa mudança desde o início serão as que moldarão o que será o marketing moderno na próxima década.